Hoje, enquanto eu me arrumava, o Luciano foi na boulangerie para comprar nosso café da manhã. Ele comprou queijo camembert e croissants. Que delícia!!!
Nosso café da manhã
Hoje já estava ensolarado desde cedo e saindo do hotel, pegamos o metrô linha 4 e descemos na Estação Saint Sulpice.
Saint Sulpice (fachada)
Saint Sulpice
Saint Sulpice
A Igreja de Saint Sulpice é a segunda igreja mais alta de Paris e uma das particularidades dela é seu gnômon, uma coluna que marca a hora do dia projetando sua sombra no solo. Nada mais é que uma linha de latão no chão, paralela aos meridianos da Terra, que se estende até um obelisco de mármore na parede e se ergue onze metros acima do chão. Há, junto a uma janela, um sistema de lentes que faz com que ao meio dia do solstício de inverno (21 de dezembro),a luz incida sobre a linha de latão até o obelisco e nos equinócios (21 de março e 21 de dezembro), a luz bata em um prato oval de cobre existente diante do altar. Graças a essas características, de servirem para medições científicas, a igreja salvou-se de ser destruída durante a Revolução Francesa.Todo esse complexo ficou muito conhecido na obra "O Código da Vinci" de Dan Brown.
Obelisco
Obelisco
Parte do Gnômon
Entramos, conhecemos a igreja, tiramos fotos do gnômon e obelisco.
Saint Sulpice
Saint Sulpice (altar)
Fomos andando até o Jardim de Luxemburgo, que é o maior parque público de Paris, construído a mando de Marie de Médicis. Passamos pelo palácio, o lago que tem em frente e fomos para a Fonte dos Médici. É um lugar tão lindo!!!
Jardim de Luxemburgo
Jardim de Luxemburgo
Palácio de Luxemburgo
Jardim de Luxemburgo
Jardim de Luxemburgo
Fonte dos Médicis
Jardim de Luxemburgo
Jardim de Luxemburgo
Saímos pela saída da Rue Soufflot e fomos andando até o Pantheon, que é um lugar muito bonito, mas não é imperdível. Só valeu a pena porque tínhamos o PMP. Se eu tivesse que pagar os €7,00 do ingresso, eu ia ficar bem brava...
Pantheon
O Pantheon é um monumento em estilo neoclássico em forma de cruz grega. Luís XV ordenou a construção de uma basílica em homenagem a Sata Genoveva, mas em 1970 tornou-se Panteão Nacional. Hoje, na cripta, 70 personagens da história francesa repousam (Place du Pantheon, Estações Maubert Mutualité ou Cardinal Lemoine).
Pantheon
Logo na entrada, tem o Pêndulo de Foucault, que demonstra a rotação da Terra e umas esculturas de soldados e mártires de guerra.
Relógio solar
Vimos os túmulos de Marie Curie e Pierre Curie, Victor Hugo, Voltaire e Russeau. E é isso, acabou, esse é o passeio, é isso que tem lá dentro.
Russeau
Marie Curie e Pierre Currie
Victor Hugo
Voltaire
Saímos e resolvemos procurar um metrô para não pegarmos o RER (Luxembourg). Perguntamos para um trio que estava fazendo um picnic na porta do Pantheon e fomos seguindo as indicações delas. Andamos pra caramba e nada de achar o metrô. Eis que resolvemos perguntar para uma mocinha japonesa, que, não só explicou como chegar na estação como tirou de sua bolsa várias canetas coloridas e riscou o próprio mapa para nos indicar o caminho até a Estação Cardinal Lemoine. Surreal!!!!!!!!!!!!!!!
Depois da super explicação da moça, chegamos ao metrô e fomos para a Estação Bercy para irmos para a exposição do Tim Burton. Passamos pelo Ginásio de Esportes de Bercy e chegamos na Cinemathèque (Rue de Bercy, 77).
Ginásio de Esportes de Bercy
Cinemathèque Française
A fila estava gigantesca, mas resolvemos enfrentá-la mesmo assim. O problema é que ela não andava e o Lu foi lá se informar. O negócio era o seguinte: a exposição já estava lotada e enquanto umas pessoas não saíssem, outras não poderiam entrar. Amargamos duas horas de fila e acabamos desistindo já que estávamos muito longe da entrada.
Vimos um mercado ali perto, compramos dois sanduíches e comemos na escadaria do Ginásio de Esportes.
Pegamos o metrô para ir para o Musée du Louvre (Estação Louvre Rivoli). Quando chegamos, fervia de gente.
O Museu do Louvre está instalado no Palácio do Louvre e é um dos maiores museus e o mais visitado do mundo. Seu acervo possui mais de 380 mil itens.
Percorrer esses salões é fazer uma viagem no tempo em meio a tantos objetos de uma época de luxo e riqueza da história francesa.
Passeamos pelo Caroussel du Louvre e pirâmide invertida.
Musée du Louvre
Pegamos o mapa e fomos ver as peças principais que queríamos ver e começamos pela Vênus de Milo e Psiquê revivida pelo beijo do Amor (Arte Romana, Grega e Etrusca -Ala Denon andar térreo) , em seguida vimos a Monalisa (Pinturas - Ala Denon 1o. andar), O Escravo Moribundo de Miguel Ângelo (Esculturas - Ala Denon andar térreo), o Código de Hamurabi (Antiguidades Orientais - Ala Richelieu andar térreo) e paramos na cafeteria para tomar alguma coisa.
Vênus de Milo
Monalisa
Psiquê revivida pelo Beijo de Amor
Vitoria de Samotrácia (minha obra favorita no Louvre)
O Escravo Moribundo
O Código de Hamurabi
Ainda deu tempo de ver a parte egípcia (Antiguidades Egípcias - Ala Sully andar térreo), as esculturas (Esculturas - Ala Richelieu mezanino), arte oriental (Antiguidades orientais - Ala Richelieu andar térreo), as pinturas italianas (Pinturas - Ala Denon, primeiro andar), fossos do Louvre Medieval (Louvre Medieval - Ala Sully mezanino) e os apartamentos de Napoleão (Objetos de Arte - Ala Richelieu 1o. andar). Só saímos quando o museu já estava fechando.
Antiguidades Egípcias
Louvre Medieval
Louvre Medieval
Louvre Medieval
Antiguidades Orientais
Os apartamentos de Napoleão III, na Ala Richelieu, demonstram o luxo, riqueza e ostentação em que ele viveu. Móveis em madeira entalhada, lustres de cristal, poltronas e sofás de veludo, quadros, espelhos, tapeçarias, porcelanas compõem os ambientes que harmonizam com o dourado que emoldura o teto, com o vermelho vivo do veludo dos estofados, com a grandiosidade dos espelhos.
Apartamentos de Napoleão
Apartamentos de Napoleão
Apartamentos de Napoleão
Sala de Jantar
Apartamentos de Napoleão
Passeamos pelo Caroussel du Louvre e pirâmide invertida.
Pirâmide invertida
Do Louvre, fomos conhecer o pátio do Palácio Real e a Comédia Francesa.
O Palais Royal (Palácio Real) é um palácio e jardim localizado em frente à ala norte do Museu do Louvre e seu famoso pátio delimitado por colunas (obra de Daniel Buren).
Pátio do Palais Royal
A Comédia Francesa é um teatro estatal da França e um dos único a ter uma companhia permanente de atores. O dramaturgo com maior ligação com a Comédia Francesa foi Molière.
Comedie Française
Ficamos passeando pelas lojas da Rivoli, mas como às 20:00 fecha tudo, continuamos até o Hotel de Ville (Prefeitura). Atravessamos para a Île de la Cité para ir à Notre Dame e nas lojinhas de suvenires dali de perto.
Hotel de Ville
Tiramos foto em frente a Shakespeare & Company (livraria que fica em frente a Catedral de Notre Dame, no prédio do antigo monastério do século XVI, fundada por Georges Whitman, que tem paredes cobertas de livros, suportes empoeirados, livros de cabeça para baixo, revistas espalhadas, jornais amontoados). É uma experiência fantástica!(37, Rue de la Bucherie).
Livraria Shakespeare & Company
Começou a chover tão forte, que entramos no restaurante exatamente ao lado da Shakespeare & Company já que era a hora do jantar e queríamos fugir da chuva. O restaurante chama-se La Boucherie e fica de frente para o Rio Sena.
Restaurante La Boucherie
Pedimos duas pizzas e uma garrafa de vinho. De entrada, veio um potinho de pipoca e outro de azeitona. Estava tudo delicioso!!!
Restaurante La Boucherie
Azeitonas e Pipocas
Saímos de lá já sem chuva e bêbados!!!
No auge da bebedeira, ligamos para nossos melhores amigos Rodrigo e Regina para falar quanto os amamos (coisa de bêbado). Rimos tanto falando com eles...
Tiramos fotos em frente a Notre Dame e ali pelo rio e tenho que confessar que são as fotos que eu mais gosto dessa viagem...KKK
Pegamos o metrô e fomos para o hotel beeeem alegres.
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