terça-feira, 15 de novembro de 2011

Lisboa - Parte1

Dia 22/09/2011

Hoje pela manhã fomos para o bairro de Belém. Pegamos o metrô na Estação Marquês de Pombal até a estação Baixa-Chiado e de lá, pegamos o elétrico. Descemos na estação Belém, mas é longe pra caramba dos pontos turísticos de interesse por lá (Padrão dos Descobrimentos, Torre de Belém, Mosteiro dos Jerônimos). Recomendo se informar e descer mais à frente.


Praça Marquês de Pombal
Interior do Elétrico 
1981
2011

Fomos andando até o Padrão dos Descobrimentos, um monumento lindo!!!








Depois, fomos pelo "calçadão" até a Torre de Belém. Tome cuidado aqui pois tem muitas ciganas. Antes de chegar na Torre, tem uma feirinha cheia de barraquinhas com suvenires.Aproveitei para comprar as miniaturas que eu coleciono.




Bem em frente à feirinha há um banheiro limpíssimo, onde paga-se 2 euros.
Entramos para visitar a Torre de Belém e compramos os ingressos combinados (Torre de Belém + Mosteiro dos Jerônimos).









Depois da torre, atravessamos para o outro lado da avenida pela passarela e bem em frente à descida dela há um restaurante chamado "O Navegador". Almoçamos lá e além da comida ser muito boa, a dona é uma simpatia e fala várias línguas. Eu continuei comendo filé com fritas e arroz branco, meu pai comeu um espeto de churrasco e minha irmã comeu um peixe.





Saindo de lá, fomos à pé até o Mosteiro dos Jerônimos, que é maravilhoso!!! É todo trabalhado em cada cantinho que você olhe. Vimos o refeitório, os túmulos de Alexandre Herculano, Fernando Pessoa e Vasco da Gama, o claustro, uma exposição cronológica de eventos relacionados à Portugal e ao mundo. Confesso que me emocionei com um Cristo crucificado que tem lá no alto da igreja.







Túmulo de Fernando Pessoa


Praticamente ao lado do Mosteiro, fica a fábrica dos originais pastéis de Belém, parada obrigatória. A loja parece pequena, as filas se formam em plena calçada, mas quando você vai entrando, vão aparecendo salas e mais salas com mesas. É enorme lá dentro. Depois de provar os pastéis, fomos ver a cozinha e é um absurdo o tanto de pastéis que saem por fornada.

Fila dos pastéis de Belém

Voltamos para o ponto do elétrico e pegamos de volta até a Praça do Comércio. Lá, tiramos fotos e a Carla fez o vídeo mais engraçado da viagem.



Atravessamos o Arco da Rua Augusta e passeamos por ali pelo calçadão da Rua Augusta.



Subimos no Elevador de Santa Justa para ir ao Convento do Carmo, mas ia ter uma festa lá dentro e ele estava fechado.


Como o Convento do Carmo fica lá em cima, fomos descendo e visitamos a estação Restauradores, o Rossio, onde fomos na Starbucks, Praça dos Restauradores, Praça da Figueira e fomos até o metrô Baixa-Chiado que fica bem em frente ao Café A Brasileira. Tiramos fotos com a estátua de Fernando Pessoa e, enquanto estávamos lá estava tendo uma comemoração onde todos seguravam uma caneca de cerveja, tinha uma banda tocando, as pessoas usavam trajes que lembravam becas e umas moças serviam cervejas para todos. Perguntamos para um senhor o que eles estavam comemorando e eles disseram que era a Confraria da Cerveja. 

 Estação Rossio
Rossio e teatro D. Maria II
 Praça dos Restauradores  
Praça da Figueira
 Café A Brasileira
Estátua de Fernando Pessoa

Confraria da Cerveja


Pegamos o metrô ali na frente e fomos para a estação Colégio Militar, onde fica o Shopping Colombo, ao lado do Estádio da Luz (Benfica). É um shopping lindo e enorme, acho que o maior que eu já vi!!!
Jantamos em um restaurante chamado Pasta-Café. A Carla comeu um calzone, eu comi um macarrão com presunto e meu pai comeu um macarrão à bolonhesa. 










Demos uma voltinha e voltamos para o hotel.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Queluz-Lisboa

Dia 21/09/2011

Hoje, acordamos, arrumamos nossas coisas e fomos embora em direção à Lisboa. No meio do caminho, tivemos que parar para abastecer. Acho que só aqui no Brasil que há frentistas. Lá em Portugal, assim como nos Estados Unidos e outros lugares é você que tem que abastecer seu carro.



Levamos quase 3 horas e meia (315Km mais ou menos), com a parada para abastecer e para um lanchinho.
Chegando perto de Queluz, pegamos a saída errada e para variar, nos perdemos. Pedimos informação em um dos pedágios e a própria moça do pedágio deu uma informação errada. Que ótimo, hein?!?!
Rodamos, rodamos, rodamos, mas conseguimos chegar em Queluz.
Na cidade é tudo bem sinalizado para chegar até o palácio.

Antes de entrar no palácio, resolvemos almoçar em um restaurante ali em frente chamado Del Rey.  Como eu estava péssima, para minha infelicidade tive que tomar uma sopa de legumes completamente sem tempero, Coloquei sal e pimenta várias vezes, mas nem assim a danada ficou melhor. Meu pai comeu um filé ao molho de camarão e minha irmã comeu um macarrão na manteiga.








Toda zicada, pedi um chá, pensando em um chá de latinha, tipo Ice tea ou Nestea, qualquer um desses, mas o dono me trouxe um chá quente, ou melhor, pelando. Pedi, que, pelo menos me trouxessem uns cubos de gelo, mas graças a Deus, a garçonete trocou o chá quente por um chá de latinha gelado (mas o dono veio reclamar, alegando que chá, é chá quente).
Saindo do restaurante fomos visitar o Palácio de Queluz. Foi um passeio cheio de lembranças pois quando viemos anos atrás, a Carla, ainda pequena sentou para tocar piano e, claro levou a maior bronca. E eu tinha a foto segurando a mão da minha mãe e olhando para o teto.

O piano que a Carla tocou em 1981

2011
1981
2011
1981
2011

1981

O Palácio é bem bonito, mas precisa de uma reforma, pintura, manutenção geral. O jardim também é muito lindo, vale a pena!!!



Na saída do palácio, vimos a troca da guarda e fomos para Lisboa.


Foi um parto para chegarmos no hotel. Em Lisboa ficamos no Clarion Suites Lisbon (Rua Rodrigo da Fonseca, 44/45). Ele fica entre as estações de metrô Rato e Marquês de Pombal.




Deixamos as nossas coisas no quarto e fomos, finalmente devolver o carro. Abastecemos para entregá-lo com o tanque cheio e fomos em direção ao Aeroporto.
Devolvemos o carro e fomos para a fila do táxi, que forma uma minhoca.
Pegamos um taxista péssimo!!! Pedimos para ele nos levar até o Shopping Amoreiras, que ficava a mais ou menos 6 quadras do nosso hotel e depois poderíamos voltar à pé. Eis que o cara queria nos levar ao Shopping vasco da Gama que ficava mais perto do aeroporto, ou seja, a corrida era mais curta para ele.Ele insistiu umas 3 vezes até que fechamos a cara e batemos o pé que queríamos ir ao Amoreiras. Se a gente tivesse pedido para ele levar a gente para o nosso hotel ele ia querer levar a gente para outro mais perto? Que saco!!! O cara era super estúpido e quando chegamos no shopping ele ainda cobrou a mais porque disse que tinha que somar a tarifa marcada no taxímetro por 3 pessoas. Mentira, pois fomos nos informar e não existe nada disso. Então, se você for pegar um táxi, fique esperto...
Passeamos pelo shopping e fomos no Pão de Açúcar comprar as coisas para o café da manhã (que o hotel não tem) e jantamos. Meu pai e minha irmã comeram um bacalhau e eu comi em um restaurante tipo Spoletto, onde você escolhe a massa, o molho e os acompanhamentos.
Enquanto voltávamos à pé para o hotel, meu pai tropeçou no trilho do Elétrico e caiu de cara no chão. Enquanto a Carla ria, eu me descabelava com ele todo ralado e sangrando. Graças a Deus não aconteceu nada mais grave, foram só uns ralados bem profundos (o que nos deixa preocupadas é que ele é diabético). Fizemos vários curativos e ele acabou o dia parecendo uma múmia...

Aqui já no dia seguinte com uns curativos menores.