Hoje saímos e fomos para a frente do metrô Picpus para alugar uma Vébib (bicicleta). É super fácil!
Velib
O sistema de Vélibs (vèlo + liberté) funciona desde 2007 e, segundo a prefeitura, a cada 300 metros há um posto para retirada/ entrega das bicicletas. As estações são tipo auto-serviço e você precisa de um cartão de crédito com chip (não serve com tarja magnética). Não funciona com dinheiro.Você pode comprar o passe para um dia, para uma semana ou para o ano todo. De qualquer forma, a primeira meia hora de grátis, então a dica é a cada meia hora, ou um pouquinho menos, você procurar uma estação para trocar de bicicleta.
Totem da Estação de Vélib
Assim que conseguimos as duas bicicletas, começamos a olhar o mapa para ver para que lado tínhamos que ir e logo uma moça perguntou se precisávamos de ajuda.
Perguntamos como ir até a Bastilha e ela falou para seguirmos, pois ela ia até um tanto do caminho, além dela saber uns caminhos por dentro, mais vazios e mais seguros para quem não está acostumado a andar de bicicleta pelas ruas de Paris.
No começo fiquei com um pouco de medo, pois não andávamos pela ciclovia e sim pela rua (geralmente nas grandes avenidas, a faixa destinada aos ciclistas é a mesma dos ônibus), tendo que cuidar os carros, os pedestres, as outras bicicletas e os semáforos...
À certa altura, a moça mandou a gente seguir reto e ela ia virar.
Continuamos e logo passamos pela Promenade Plantée, que é um jardim suspenso com 4,7 quilômetros de extensão, montado sobre o trecho de uma antiga estrada de ferro desativada em 1969. Ela começa logo adiante a Ópera Bastille, seguindo pela Avenida Daumesnil até o jardim de Reully.
Sob os arcos do jardim suspenso há vários ateliers de arte, conhecido como Viaduct des Arts, onde encontram-se especialistas na criação de arranjos de flores, artesãos que fabricam e restauram violinos e violoncelos, decorações de porcelana pintadas à mão, tecidos dedicados à alta costura internacional, entre outras coisas. Muito legal!!!
Eis que chegamos na Bastilha, tiramos fotos da Ópera Bastille, que é a casa de ópera que foi construída na década de 80 para substituir a Ópera Garnier, fotos da praça em si e Coluna de Julho, que é o símbolo da esquerda francesa. Era aqui que ficada a antiga prisão de la Bastille, destruída pelos revolucionários em 14 de julho de 1789. É nessa praça que tem as manifestações sindicais, o baile popular, organizado pela prefeitura no dia 13 de julho e as manifestações como o Gay Pride.
Seguimos em direção à Place des Vosges. Pedalamos ainda um bom trecho e como não achamos a praça, voltamos para a Bastilha.
Promenade Plantée
Fonte: www.localnomad.com
Sob os arcos do jardim suspenso há vários ateliers de arte, conhecido como Viaduct des Arts, onde encontram-se especialistas na criação de arranjos de flores, artesãos que fabricam e restauram violinos e violoncelos, decorações de porcelana pintadas à mão, tecidos dedicados à alta costura internacional, entre outras coisas. Muito legal!!!
Eis que chegamos na Bastilha, tiramos fotos da Ópera Bastille, que é a casa de ópera que foi construída na década de 80 para substituir a Ópera Garnier, fotos da praça em si e Coluna de Julho, que é o símbolo da esquerda francesa. Era aqui que ficada a antiga prisão de la Bastille, destruída pelos revolucionários em 14 de julho de 1789. É nessa praça que tem as manifestações sindicais, o baile popular, organizado pela prefeitura no dia 13 de julho e as manifestações como o Gay Pride.
Place de la Bastille
Opera Bastille
Place de la Bastille
Seguimos em direção à Place des Vosges. Pedalamos ainda um bom trecho e como não achamos a praça, voltamos para a Bastilha.
Queríamos nos livrar das bicicletas, mas o terminal ali perto estava fechado e uma moça indicou onde ficava a mais próximo dali.
Ao invés de irmos pedalando, resolvemos ir empurrando as bicicletas na calçada (achamos que ia ser bem perto). Nossa, eu já estava até com cãimbra de carregar aquela bendita bicicleta quando encontramos outro terminal aberto em Pont Morland para poder deixá-las.
Pont Morland
Terminal para devolução das bicicletas
Place des Vosges
Place des Vosges
Que lugar lindo!!! É uma praça onde as casas que ficam ao redor são todas simétricas. São 6 de cada lado e no número 6, morou Victor Hugo.
Ela é a praça planejada mais antiga de Paris, é pequena, com residências de tijolos vermelhos e telhados pontudos de ardósia e, no centro, um lindo jardim com estátuas e fontes. Todas as casas são da mesma altura, exceto os Pavilhões do Rei e da Rainha.
Passeamos por lá e depois saímos sem rumo certo, andando ali pelo Marais. Pena que, como era feriado, estava quase tudo fechado.
Place des Vosges
Place des Vosges
Place des Vosges
Place des Vosges
Passeamos por lá e depois saímos sem rumo certo, andando ali pelo Marais. Pena que, como era feriado, estava quase tudo fechado.
Marais
Achamos uma loja que vende coisas de óleo de oliva (Oliviers & Co.) fantástica!!! A funcionária da loja falou que inclusive abriram duas lojas no Brasil, uma em São Paulo e outra no Rio. Provamos umas trufas deliciosas e resolvemos trazer para dar de presente.
Sacola da Oliviers & Co.
Fomos andando até que encontramos o Georges Pompidou e aproveitamos para tirar umas fotos hoje, com sol. Almoçamos em um Subway ali perto.
Centre Pompidou
Place Igor Stravinsky
Seguimos mais um pouquinho, passamos pelo Hotel de Ville e chegamos na Rue de Rivoli.
Vimos a Place Vendôme, que é uma praça pequena, simples, sem árvores, com uma coluna no centro, que foi construída em 1810, com o bronze de 1200 canhões retirados dos austríacos e russos, para festejar a vitória de Austerlitz e homenagear os soldados franceses. É aqui também que fica o luxuoso Hotel Ritz, de onde Lady Di saiu com seu companheiro Dodi Al-Fayed, na noite de 30 de agosto de 1997, antes do trágico acidente que levou à morte dos dois.
Perto da entrada do Louvre, atravessamos e fomos até a pirâmide. Tiramos fotos e fomos para o hotel. Foi o tempo certinho da gente se arrumar e sair para o jantar na Torre Eiffel.
Place Vendôme
Perto da entrada do Louvre, atravessamos e fomos até a pirâmide. Tiramos fotos e fomos para o hotel. Foi o tempo certinho da gente se arrumar e sair para o jantar na Torre Eiffel.
Passagem da Rivoli para o Louvre
Louvre
Pegamos o metrô e no nosso vagão entrou um cara que devia ter trabalhado o dia todo como estátua viva debaixo do sol e tava fedendo demais. Todo mundo entrava no vagão, via que tinha um lugar ao lado do cara, sentava e não dava um minuto, se levantava e mudava de lugar.
Eu tava super tensa com o horário e para ajudar tava tendo um comício do Sarkozy e a Estação Trocadéro estava fechada.
Saímos da Estação Bir-Hakeim e fomos praticamente correndo para lá. Entramos na fila para subir o elevador direto, já que tínhamos os ingressos e a reserva para o jantar.
Fomos primeiro para o terceiro andar e é espetacular!!! Compramos champagne e ficamos apreciando a vista.
Tour Eiffel
Tour Eiffel
Tour Eiffel
Na fila para o elevador, conhecemos um senhor gaúcho que estava com a filha de 14 anos. Ele parecia e falava como o Johnny Bravo. Lembramos deles até o fim da viagem...Baaaahhhhh!!!
Fomos para o restaurante 58, pois já estávamos no horário marcado na nossa reserva.
Restaurante 58
Restaurante 58
Restaurante 58
Nossa entrada era um tartar de salmão, o prato principal foi um cordeiro e a sobremesa, profiteroles...Estava tudo perfeito!!!!
Saindo do restaurante, demos outra volta pela torre para tirar fotos da cidade à noite e depois descemos.
Tour Eiffel
Tour Eiffel
Tour Eiffel
Tour Eiffel

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