quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Paris 28/04/2012



Hoje, pegamos o metrô linha 2 (linha azul marinho) até a estação Philippe Auguste. Saindo da estação, é só seguir na mesma avenida para chegar ao Cemitério Pére-Lachaise (Rue du Repos, 16, mas a entrada principal fica no Boulevard de Ménilmontant,8), que é o maior cemitério de Paris, um dos mais famosos do mundo e recebe mais de 3 milhões de visitantes por ano. 
Cuidado com pessoas que se dizem "guias do cemitério", oferecendo passeios pagos. Não há guias oficiais do cemitério!!!



Entrada do Cemitério 

Eu tinha levado um mapa que imprimi com os principais túmulos e começamos a procurar pelo do Jim Morrison. Não foi difícil exatamente porque eu tinha o mapa, pois sem ele, seria quase impossível. O túmulo dele não fica nas "ruazinhas" principais.



Túmulo do Jim  Morrison

Depois seguimos o mapa, de acordo com os túmulos que a gente queria ver, como: Chopin, Oscar Wilde, Edith Piaf, Marcel Proust, La Fontaine, Delacroix, Moliére, Balzac e vários túmulos de anônimos que são maravilhosos.

Chopin

Denon

Delacroix

Balzac

Proust

La Fontaine

Edith Piaf



Oscar Wilde

Moliére


Saindo do cemitério, pegamos o metrô e fomos para a Ópera Garnier, que abriga a Ópera Nacional de Paris e é onde se passa o romance "O Fantasma da Ópera".

Eu tinha visto um restaurante super recomendado que serve sanduíches a €1,00 bem próximo dali chamado Goutu (Rue le Peletier, 51), começamos a procurar antes de entrar para visitar a Ópera. Eu tinha colocado no roteiro como ir de metrô até lá, mas o Luciano falou que era tão perto que era melhor irmos à pé. Rodamos, rodamos, rodamos e quando já estávamos de mau humor e morrendo de fome, já tínhamos discutido e tal, achamos o restaurante e...como era sábado, ele só abria para o jantar...Que raiva!!!

Voltamos para a Ópera e resolvemos visitá-la para almoçar depois (vai ver que é por isso que o Luciano não gostou tanto...acho que ele estava com fome). A Ópera não aceita o Paris Museum Pass. O ingresso custa €9,00.


Frente da Ópera Garnier

A Opéra Garnier teve sua construção entre 1861 e 1875 pelo arquiteto Charles Garnier, decidida por Napoleão III dentro do programa de transformação da capital conduzido pelo Barão Haussmann. Este monumento é um exemplo de arquitetura monumental com uma mistura de diversos estilos. A Opéra Garnier, é um templo da arte lírica, da música e da dança, com renome internacional. Sua fachada decorada com mármores de diferentes cores é enriquecida com esculturas, mosaicos, colunas e ornamentos dourados. Seu característico teto verde e dourado apresenta também muitos conjuntos esculpidos.

Entramos na fila, compramos os ingressos e começamos o passeio. Tiramos fotos na escadaria e depois fomos direto ao camarote de onde se vê a sala principal onde acontecem os espetáculos e onde está o lustre gigante. Visitamos a biblioteca, a exposição dos figurinos, o terraço e a maravilhosa sala dourada.


Escadaria principal

Balcão

Teto da sala principal de espetáculos

Lustre



Terraço

Exposição de figurinos

Biblioteca


Saindo de lá, pegamos o metrô e fomos até a Estação Invalides para comer naquele carrinho de crepe que comemos ontem. Hoje, para variar um pouquinho, pedimos crepes de queijo (2 crepes de queijo e uma lata de coca-cola = €9,00).

Pegamos o metrô novamente e descemos na Estação Varenne para ir ao Musée Rodin. Bem na saída da estação já tem indicação e menos de meia quadra já se encontra a entrada do museu.

Entrada Musée Rodin


O Musée Rodin é um museu que foi inaugurado em 1919 no Hotel Biron e exibe obras do escultor francês Auguste Rodin, incluindo O pensador, O Beijos e os Portões do Inferno. O museu tem também uma sala dedicada às obras de Camille Claudel e também algumas pinturas de Monet, das coleções pessoais de Rodin.

Não pegamos fila por causa do PMP e logo que entramos demos de cara com "O Pensador". Gente, que coisa linda que é esse museu, tem uma parte a céu aberto, num imenso jardim e depois a parte interna, muito bonita também.


"O Pensador"

Balzac








Começou a chover, mas fomos vendo as obras da parte externa mesmo assim e depois entramos para ver a parte interna, que são, na verdade, os estudos e esboços das obras que estão no jardim. É maravilhoso!!!

Saindo do Musée Rodin, pegamos o metrô até a Estação Rambuteau para irmos ao Centre Georges Pompidou. Passamos pela Place Igor Stravinsky e fomos numa Starbucks que tem ali perto.

Esta praça é uma homenagem ao compositor moderno Igor Stravinsky e se encontra entre a Église St-Merri e o Centre Pompidou, um dos principais pontos turísticos e culturais de Paris. No centro da praça há uma grande fonte que contém 16 encantadoras e polêmicas esculturas cinéticas, lúdicas e engraçadas, com mecanismos que as movimentam enquanto lançam jatos de água e, de acordo com os autores, foram inspiradas pela música de Stravinsky.


Place Igor Stravinsky

Entramos no Pompidou, mas como para visitar as exposições não pode entrar de mochila e a fila da chapelaria estava enorme, resolvemos não visitar. 

O Centre Georges Pompidou é um complexo fundado em 1977, que abriga museu, biblioteca e teatros. O projeto foi considerado extremamente arrojado e alguns afirmam que o Pompidou, tanto por sua arquitetura, quanto por sua proposta, é um dos marcos do início da pós-modernidade nas artes. Trata-se de um dos principais exemplos de arquitetura high-tech, tendência nos anos 70 e que continua a ser observada até hoje, inspirada na arquitetura industrial e nas novas tecnologias. Isso pode ser visto nas grandes tubulações aparentes (dutos de ar condicionado e outros serviços), nas escadas rolantes externas e no sistema estrutural em aço. O Pompidou é um dos lugares mais visitados de Paris. Na biblioteca há uma vasta coleção de livros, acesso gratuito à internet, jornais e revistas de todo o mundo e televisões com canais internacionais.



Centre Georges Pompidou

Pegamos o metrô novamente e fomos para a Galeries Lafayette. Aquilo estava o inferno na Terra de tanta gente que tinha lá dentro. Compramos o que precisávamos e logo fomos embora.

A Galeries Lafayette é uma loja de departamentos francesa com 10 andares, que tem como slogan: "Ici, la mode vit plus fort" (aqui, a moda vive mais forte). Nela, há produtos para toda a família, como seções de moda masculina, feminina e infantil, ala de produtos gourmet e artigos para casa (móveis e utensílios). Dentro de cada departamento há itens dos mais luxuosos como Chanel, Prada, Dior aos mais acessíveis. Há ainda a seção de cosméticos, sapatos, roupas, joalheria, perfumes, lingeries, paletós, tailleurs, livros infantis e brinquedos. Além disso, há vários cafés, lanchonetes e restaurantes, inclusive um sushi bar.



Galeries Laffaiete

 Voltamos ao Shopping Le 4 Temps para ver o que não tinha dado tempo ontem, fizemos umas comprinhas,  lanchamos no Mc Donald´s do próprio shopping e voltamos para a Champs Elysées.





De lá, fomos para o hotel.