segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Paris 1o./05/2012

Hoje saímos e fomos para a frente do metrô Picpus para alugar uma Vébib (bicicleta). É super fácil!

Velib 

O sistema de Vélibs (vèlo + liberté) funciona desde 2007 e, segundo a prefeitura, a cada 300 metros há um posto para retirada/ entrega das bicicletas. As estações são tipo auto-serviço e você precisa de um cartão de crédito com chip (não serve com tarja magnética). Não funciona com dinheiro.Você pode comprar o passe para um dia, para uma semana ou para o ano todo. De qualquer forma, a primeira meia hora de grátis, então a dica é a cada meia hora, ou um pouquinho menos, você procurar uma estação para trocar de bicicleta.


Totem da Estação de Vélib


Assim que conseguimos as duas bicicletas, começamos a olhar o mapa para ver para que lado tínhamos que ir e logo uma moça perguntou se precisávamos de ajuda.
Perguntamos como ir até a Bastilha e ela falou para seguirmos, pois ela ia até um tanto do caminho, além dela saber uns caminhos por dentro, mais vazios e mais seguros para quem não está acostumado a andar de bicicleta pelas ruas de Paris.
No começo fiquei com um pouco de medo, pois não andávamos pela ciclovia e sim pela rua (geralmente nas grandes avenidas, a faixa destinada aos ciclistas é a mesma dos ônibus), tendo que cuidar os carros, os pedestres, as outras bicicletas e os semáforos...
À certa altura, a moça mandou a gente seguir reto e ela ia virar.
Continuamos e logo passamos pela Promenade Plantée, que é um jardim suspenso com 4,7 quilômetros de extensão, montado sobre o trecho de uma antiga estrada de ferro desativada em 1969. Ela começa logo adiante a Ópera Bastille, seguindo pela Avenida Daumesnil até o jardim de Reully.

Promenade Plantée
Fonte: www.localnomad.com

Sob os arcos do jardim suspenso há vários ateliers de arte, conhecido como Viaduct des Arts, onde encontram-se especialistas na criação de arranjos de flores, artesãos que fabricam e restauram violinos e violoncelos, decorações de porcelana pintadas à mão, tecidos dedicados à alta costura internacional, entre outras coisas. Muito legal!!!
Eis que chegamos na Bastilha, tiramos fotos da Ópera Bastille, que é a casa de ópera que foi construída na década de 80 para substituir a Ópera Garnier, fotos da praça em si e Coluna de Julho, que é o símbolo da esquerda francesa. Era aqui que ficada a antiga prisão de la Bastille, destruída pelos revolucionários em 14 de julho de 1789. É nessa praça que tem as manifestações sindicais, o baile popular, organizado pela prefeitura no dia 13 de julho e as manifestações como o Gay Pride.

Place de la Bastille

Opera Bastille

Place de la Bastille 

Seguimos em direção à Place des Vosges. Pedalamos ainda um bom trecho e como não achamos a praça, voltamos para a Bastilha.
Queríamos nos livrar das bicicletas, mas o terminal ali perto estava fechado e uma moça indicou onde ficava a mais próximo dali.
Ao invés de irmos pedalando, resolvemos ir empurrando as bicicletas na calçada (achamos que ia ser bem perto). Nossa, eu já estava até com cãimbra de carregar aquela bendita bicicleta quando encontramos outro terminal aberto em Pont Morland para poder deixá-las.

Pont Morland

Terminal para devolução das bicicletas

Devolvemos as bikes, fomos andando para tentar achar a Place des Vosges e logo encontramos (mas acho que de bicicleta não íamos achar).

Place des Vosges

Place des Vosges

Que lugar lindo!!! É uma praça onde as casas que ficam ao redor são todas simétricas. São 6 de cada lado e no número 6, morou Victor Hugo.

Place des Vosges

Place des Vosges

Ela é a praça planejada mais antiga de Paris, é pequena, com residências de tijolos vermelhos e telhados pontudos de ardósia e, no centro, um lindo jardim com estátuas e fontes. Todas as casas são da mesma altura, exceto os Pavilhões do Rei e da Rainha.

Place des Vosges

Place des Vosges

Passeamos por lá e depois saímos sem rumo certo, andando ali pelo Marais. Pena que, como era feriado, estava quase tudo fechado.

Marais

Achamos uma loja que vende coisas de óleo de oliva (Oliviers & Co.) fantástica!!! A funcionária da loja falou que inclusive abriram duas lojas no Brasil, uma em São Paulo e outra no Rio. Provamos umas trufas deliciosas e resolvemos trazer para dar de presente.


Sacola da Oliviers & Co.

Fomos andando até que encontramos o Georges Pompidou e aproveitamos para tirar umas fotos hoje, com sol. Almoçamos em um Subway ali perto.

Centre Pompidou

Place Igor Stravinsky

Seguimos mais um pouquinho, passamos pelo Hotel de Ville e chegamos na Rue de Rivoli.
Vimos a Place Vendôme, que é uma praça pequena, simples, sem árvores, com uma coluna no centro, que foi construída em 1810, com o bronze de 1200 canhões retirados dos austríacos e russos, para festejar a vitória de Austerlitz e homenagear os soldados franceses. É aqui também que fica o luxuoso Hotel Ritz, de onde Lady Di saiu com seu companheiro Dodi Al-Fayed, na noite de 30 de agosto de 1997, antes do trágico acidente que levou à morte dos dois.


Place Vendôme

Perto da entrada do Louvre, atravessamos e fomos até a pirâmide. Tiramos fotos e fomos para o hotel. Foi o tempo certinho da gente se arrumar e sair para o jantar na Torre Eiffel.

Passagem da Rivoli para o Louvre

Louvre

Pegamos o metrô e no nosso vagão entrou um cara que devia ter trabalhado o dia todo como estátua viva debaixo do sol e tava fedendo demais. Todo mundo entrava no vagão, via que tinha um lugar ao lado do cara, sentava e não dava um minuto, se levantava e mudava de lugar.
Eu tava super tensa com o horário e para ajudar tava tendo um comício do Sarkozy e a Estação Trocadéro estava fechada.
Saímos da Estação Bir-Hakeim e fomos praticamente correndo para lá. Entramos na fila para subir o elevador direto, já que tínhamos os ingressos e a reserva para o jantar.
Fomos primeiro para o terceiro andar e é espetacular!!! Compramos champagne e ficamos apreciando a vista.

Tour Eiffel
Tour Eiffel


Tour Eiffel


Descemos para o segundo andar e tiramos mais fotos.


Tour Eiffel

Tour Eiffel

Na fila para o elevador, conhecemos um senhor gaúcho que estava com a filha de 14 anos. Ele parecia e falava como o Johnny Bravo. Lembramos deles até o fim da viagem...Baaaahhhhh!!!
Fomos para o restaurante 58, pois já estávamos no horário marcado na nossa reserva.


Restaurante 58

Assim que chegamos, fomos levados à nossa mesa e já serviram duas taças de champagne e em seguida o vinho branco.

Restaurante 58

Restaurante 58


Nossa entrada era um tartar de salmão, o prato principal foi um cordeiro e a sobremesa, profiteroles...Estava tudo perfeito!!!!
Saindo do restaurante, demos outra volta pela torre para tirar fotos da cidade à noite e depois descemos.

Tour Eiffel

Tour Eiffel

Tour Eiffel

Tour Eiffel

Ficamos namorando e apreciando a torre iluminada. Acho que foi um dos dias mais românticos da minha vida.








sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Paris 30/04/2012

Hoje, enquanto eu me arrumava, o Luciano foi na boulangerie para comprar nosso café da manhã. Ele comprou queijo camembert e croissants. Que delícia!!!


Nosso café da manhã


Hoje já estava ensolarado desde cedo e saindo do hotel, pegamos o metrô linha 4 e descemos na Estação Saint Sulpice.


Saint Sulpice (fachada)

Saint Sulpice

Saint Sulpice


A Igreja de Saint Sulpice é a segunda igreja mais alta de Paris e uma das particularidades dela é seu gnômon, uma coluna que marca a hora do dia projetando sua sombra no solo. Nada mais é que uma linha de latão no chão, paralela aos meridianos da Terra, que se estende até um obelisco de mármore na parede e se ergue onze metros acima do chão. Há, junto a uma janela, um sistema de lentes que faz com que ao meio dia do solstício de inverno (21 de dezembro),a luz incida sobre a linha de latão até o obelisco e nos equinócios (21 de março e 21 de dezembro), a luz bata em um prato oval de cobre existente diante do altar. Graças a essas características, de servirem para medições científicas, a igreja salvou-se de ser destruída durante a Revolução Francesa.Todo esse complexo ficou muito conhecido na obra "O Código da Vinci" de Dan Brown.


Obelisco

Obelisco

Parte do Gnômon

Entramos, conhecemos a igreja, tiramos fotos do gnômon e obelisco.


Saint Sulpice

Saint Sulpice (altar)


Fomos andando até o Jardim de Luxemburgo, que é o maior parque público de Paris, construído a mando de  Marie de Médicis. Passamos pelo palácio, o lago que tem em frente e fomos para a Fonte dos Médici. É um lugar tão lindo!!!



Jardim de Luxemburgo

Jardim de Luxemburgo

Palácio de Luxemburgo

Jardim de Luxemburgo

Jardim de Luxemburgo

Fonte dos Médicis

Jardim de Luxemburgo

Jardim de Luxemburgo


Saímos pela saída da Rue Soufflot e fomos andando até o Pantheon, que é um lugar muito bonito, mas não é imperdível. Só valeu a pena porque tínhamos o PMP. Se eu tivesse que pagar os €7,00 do ingresso, eu ia ficar bem brava...


Pantheon


O Pantheon é um monumento em estilo neoclássico em forma de cruz grega. Luís XV ordenou a construção de uma basílica em homenagem a Sata Genoveva, mas em 1970 tornou-se Panteão Nacional. Hoje, na cripta, 70 personagens da história francesa repousam (Place du Pantheon, Estações  Maubert Mutualité ou Cardinal Lemoine).

Pantheon


Logo na entrada, tem o Pêndulo de Foucault, que demonstra a rotação da Terra e umas esculturas de soldados e mártires de guerra.

Relógio solar


Vimos os túmulos de Marie Curie e Pierre Curie, Victor Hugo, Voltaire e Russeau. E é isso, acabou, esse é o passeio, é isso que tem lá dentro.

Russeau

Marie Curie e Pierre Currie

Victor Hugo

Voltaire

Saímos e resolvemos procurar um metrô para não pegarmos o RER (Luxembourg). Perguntamos para um trio que estava fazendo um picnic na porta do Pantheon e fomos seguindo as indicações delas. Andamos pra caramba e nada de achar o metrô. Eis que resolvemos perguntar para uma mocinha japonesa, que, não só explicou como chegar na estação como tirou de sua bolsa várias canetas coloridas e riscou o próprio mapa para nos indicar o caminho até a Estação Cardinal Lemoine. Surreal!!!!!!!!!!!!!!!
Depois da super explicação da moça, chegamos ao metrô e fomos para a Estação Bercy para irmos para a exposição do Tim Burton. Passamos pelo Ginásio de Esportes de Bercy e chegamos na Cinemathèque (Rue de Bercy, 77).

Ginásio de Esportes de Bercy


Cinemathèque Française


A fila estava gigantesca, mas resolvemos enfrentá-la mesmo assim. O problema é que ela não andava e o Lu foi lá se informar. O negócio era o seguinte: a exposição já estava lotada e enquanto umas pessoas não saíssem, outras não poderiam entrar. Amargamos duas horas de fila e acabamos desistindo já que estávamos muito longe da entrada.
Vimos um mercado ali perto, compramos dois sanduíches e comemos na escadaria do Ginásio de Esportes.
Pegamos o metrô para ir para o Musée du Louvre (Estação Louvre Rivoli). Quando chegamos, fervia de gente.

Louvre

Louvre


O Museu do Louvre está instalado no Palácio do Louvre e é um dos maiores museus e o mais visitado do mundo. Seu acervo possui mais de 380 mil itens.


Musée du Louvre


Pegamos o mapa e fomos ver as peças principais que queríamos ver e começamos pela Vênus de Milo e Psiquê revivida pelo beijo do Amor (Arte Romana, Grega e Etrusca -Ala Denon andar térreo) , em seguida vimos a Monalisa (Pinturas - Ala Denon 1o. andar), O Escravo Moribundo de Miguel Ângelo (Esculturas - Ala Denon andar térreo), o Código de Hamurabi (Antiguidades Orientais - Ala Richelieu andar térreo) e paramos na cafeteria para tomar alguma coisa.

Vênus de Milo

Monalisa

Psiquê revivida pelo Beijo de Amor 

Vitoria de Samotrácia (minha obra favorita no Louvre)

O Escravo Moribundo


O Código de Hamurabi


Ainda deu tempo de ver a parte egípcia (Antiguidades Egípcias - Ala Sully andar térreo), as esculturas (Esculturas - Ala Richelieu mezanino), arte oriental (Antiguidades orientais - Ala Richelieu andar térreo), as pinturas italianas (Pinturas - Ala Denon, primeiro andar), fossos do Louvre Medieval (Louvre Medieval - Ala Sully mezanino) e os apartamentos de Napoleão (Objetos de Arte - Ala Richelieu 1o. andar). Só saímos quando o museu já estava fechando.

Antiguidades Egípcias


Louvre Medieval

Louvre Medieval

Louvre Medieval

Antiguidades Orientais

Os apartamentos de Napoleão III, na Ala Richelieu, demonstram o luxo, riqueza e ostentação em que ele viveu. Móveis em madeira entalhada, lustres de cristal, poltronas e sofás de veludo, quadros, espelhos, tapeçarias, porcelanas compõem os ambientes que harmonizam com o dourado que emoldura o teto, com o vermelho vivo do veludo dos estofados, com a grandiosidade dos espelhos.


Apartamentos de Napoleão

Apartamentos de Napoleão

Apartamentos de Napoleão

Percorrer esses salões é fazer uma viagem no tempo em meio a tantos objetos de uma época de luxo e riqueza da história francesa.

Sala de Jantar

Apartamentos de Napoleão

Passeamos pelo Caroussel du Louvre e pirâmide invertida.

Pirâmide invertida


Do Louvre, fomos conhecer o pátio do Palácio Real e a Comédia Francesa.
O Palais Royal (Palácio Real) é um palácio e jardim localizado em frente à ala norte do Museu do Louvre e seu famoso pátio delimitado por colunas (obra de Daniel Buren).

Pátio do Palais Royal

A Comédia Francesa é um teatro estatal da França e um dos único a ter uma companhia permanente de atores. O dramaturgo com maior ligação com a Comédia Francesa foi Molière.

Comedie Française

Ficamos passeando pelas lojas da Rivoli, mas como às 20:00 fecha tudo, continuamos até o Hotel de Ville (Prefeitura). Atravessamos para a Île de la Cité para ir à Notre Dame e nas lojinhas de suvenires dali de perto.

Hotel de Ville

Tiramos foto em frente a Shakespeare & Company (livraria que fica em frente a Catedral de Notre Dame, no prédio do antigo monastério do século XVI, fundada por Georges Whitman, que tem paredes cobertas de livros, suportes empoeirados, livros de cabeça para baixo, revistas espalhadas, jornais amontoados). É uma experiência fantástica!(37, Rue de la Bucherie).


Livraria Shakespeare & Company

Começou a chover tão forte, que entramos no restaurante exatamente ao lado da Shakespeare & Company já que era a hora do jantar e queríamos fugir da chuva. O restaurante chama-se La Boucherie e fica de frente para o Rio Sena.


Restaurante La Boucherie

Pedimos duas pizzas e uma garrafa de vinho. De entrada, veio um potinho de pipoca e outro de azeitona. Estava tudo delicioso!!!

Restaurante La Boucherie

Azeitonas e Pipocas


Saímos de lá já sem chuva e bêbados!!!
No auge da bebedeira, ligamos para nossos melhores amigos Rodrigo e Regina para falar quanto os amamos (coisa de bêbado). Rimos tanto falando com eles...
Tiramos fotos em frente a Notre Dame e ali pelo rio e tenho que confessar que são as fotos que eu mais gosto dessa viagem...KKK




Pegamos o metrô e fomos para o hotel beeeem alegres.