Hoje, acordamos, arrumamos nossas coisas e fomos embora em direção à Lisboa. No meio do caminho, tivemos que parar para abastecer. Acho que só aqui no Brasil que há frentistas. Lá em Portugal, assim como nos Estados Unidos e outros lugares é você que tem que abastecer seu carro.
Levamos quase 3 horas e meia (315Km mais ou menos), com a parada para abastecer e para um lanchinho.
Chegando perto de Queluz, pegamos a saída errada e para variar, nos perdemos. Pedimos informação em um dos pedágios e a própria moça do pedágio deu uma informação errada. Que ótimo, hein?!?!
Rodamos, rodamos, rodamos, mas conseguimos chegar em Queluz.
Na cidade é tudo bem sinalizado para chegar até o palácio.
Antes de entrar no palácio, resolvemos almoçar em um restaurante ali em frente chamado Del Rey. Como eu estava péssima, para minha infelicidade tive que tomar uma sopa de legumes completamente sem tempero, Coloquei sal e pimenta várias vezes, mas nem assim a danada ficou melhor. Meu pai comeu um filé ao molho de camarão e minha irmã comeu um macarrão na manteiga.
Toda zicada, pedi um chá, pensando em um chá de latinha, tipo Ice tea ou Nestea, qualquer um desses, mas o dono me trouxe um chá quente, ou melhor, pelando. Pedi, que, pelo menos me trouxessem uns cubos de gelo, mas graças a Deus, a garçonete trocou o chá quente por um chá de latinha gelado (mas o dono veio reclamar, alegando que chá, é chá quente).
Saindo do restaurante fomos visitar o Palácio de Queluz. Foi um passeio cheio de lembranças pois quando viemos anos atrás, a Carla, ainda pequena sentou para tocar piano e, claro levou a maior bronca. E eu tinha a foto segurando a mão da minha mãe e olhando para o teto.
O piano que a Carla tocou em 1981
2011
1981
2011
1981
2011
1981
Na saída do palácio, vimos a troca da guarda e fomos para Lisboa.
Foi um parto para chegarmos no hotel. Em Lisboa ficamos no Clarion Suites Lisbon (Rua Rodrigo da Fonseca, 44/45). Ele fica entre as estações de metrô Rato e Marquês de Pombal.
Deixamos as nossas coisas no quarto e fomos, finalmente devolver o carro. Abastecemos para entregá-lo com o tanque cheio e fomos em direção ao Aeroporto.
Devolvemos o carro e fomos para a fila do táxi, que forma uma minhoca.
Pegamos um taxista péssimo!!! Pedimos para ele nos levar até o Shopping Amoreiras, que ficava a mais ou menos 6 quadras do nosso hotel e depois poderíamos voltar à pé. Eis que o cara queria nos levar ao Shopping vasco da Gama que ficava mais perto do aeroporto, ou seja, a corrida era mais curta para ele.Ele insistiu umas 3 vezes até que fechamos a cara e batemos o pé que queríamos ir ao Amoreiras. Se a gente tivesse pedido para ele levar a gente para o nosso hotel ele ia querer levar a gente para outro mais perto? Que saco!!! O cara era super estúpido e quando chegamos no shopping ele ainda cobrou a mais porque disse que tinha que somar a tarifa marcada no taxímetro por 3 pessoas. Mentira, pois fomos nos informar e não existe nada disso. Então, se você for pegar um táxi, fique esperto...
Passeamos pelo shopping e fomos no Pão de Açúcar comprar as coisas para o café da manhã (que o hotel não tem) e jantamos. Meu pai e minha irmã comeram um bacalhau e eu comi em um restaurante tipo Spoletto, onde você escolhe a massa, o molho e os acompanhamentos.
Enquanto voltávamos à pé para o hotel, meu pai tropeçou no trilho do Elétrico e caiu de cara no chão. Enquanto a Carla ria, eu me descabelava com ele todo ralado e sangrando. Graças a Deus não aconteceu nada mais grave, foram só uns ralados bem profundos (o que nos deixa preocupadas é que ele é diabético). Fizemos vários curativos e ele acabou o dia parecendo uma múmia...
Aqui já no dia seguinte com uns curativos menores.
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